Enem 2020: secretários estaduais de Saúde pedem adiamento da prova ao Ministério da Educação

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O posicionamento foi estabelecido através do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass)

Legenda: O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) emitiu uma carta assinada pelo presidente Carlos Lula, secretário de Saúde do Maranhão
Foto: Shutterstock

Os secretários estaduais de Saúde do Brasil aprovaram um posicionamento conjunto solicitando ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, que as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) seja adiada devido às atuais condições da pandemia de Covid-19 no Brasil. As informações são do portal G1.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) emitiu uma carta assinada pelo presidente Carlos Lula, secretário de Saúde do Maranhão.

"Apesar dos jovens terem menor risco de desenvolver formas graves e tampouco estar prevista a vacinação da população com menos de 18 anos, o aumento da circulação do vírus nesta população pode ocasionar um aumento da transmissão nos grupos mais vulneráveis", destaca o documento.

Na última terça-feira (12), Justiça Federal em São Paulo negou o pedido de adiamento das provas. Logo, seguem mantidas as datas de realização do principal vestibular do País, marcado para 17 e 24 de janeiro (versão impressa).

Conforme a decisão judicial, se uma cidade apresenta elevado risco de contágio, ao nível de justificar severas medidas restritivas da circulação, cabe às autoridades locais impedir que o Enem seja realizado no município. Se isso acontecer, o Inep, responsável pela organização do exame, terá de reaplicar as provas.

Fonte:Diário do Nordeste

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Foragido da Bahia envolvido em cerca de 200 homicídios é preso em casa de luxo em Iguatu

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Robson de Jesus, 36 anos, o 'Robson Luxúria', foi localizado após uma investigação que durou três meses, coordenada pela Delegacia Regional de Iguatu

Legenda: Dezenas de joias, relógios, sete aparelhos celulares, chips e um punhal foram apreendidos em residência onde Robson Luxúria estava escondido.
Foto: SSPDS

Uma ação integrada das polícias Civil e Militar do Ceará resultou na captura de Robson de Jesus, 36 anos, o "Robson Luxúria", preso na tarde desta terça-feira (12), em uma casa de luxo no bairro Planalto, em Iguatu, no interior do Ceará. Ele é suspeito de envolvimento em cerca de 200 homicídios.   

A polícia afirma que as equipes chegaram ao esconderijo de Robson, que era foragido da Justiça na Bahia, após uma investigação que durou três meses, coordenada pela Delegacia Regional de Iguatu

Nesta terça-feira, os agentes localizaram o carro utilizado pelo suspeito e pela companheira em Iguatu. O veículo, uma Hilux de cor cinza, foi interceptado, e a companheira de Robson, que estava na caminhonete, levou os policiais até a residência do casal. No local, ele, que se apresentava no Ceará com um nome falso, foi rendido e preso. 

Os policiais apreenderam na residência dezenas de joias47 relógios de alto padrão, sete aparelhos celulares, 29 chips telefônicos, um documento falso, além de um punhal cravejado com pedras. A casa onde o suspeito estava escondido era de luxo, com piscina e área de lazer.

Após a prisão, ''Robson Luxúria'' foi conduzido para a Delegacia Regional de Iguatu. 

Legenda: Robson Luxúria vivia uma vida de luxo e morava em uma casa de alto padrão no município de Iguatu após fugir da Bahia.
Foto: SSPDS

Fonte:Diário do Nordeste
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Morre Maguito Vilela, prefeito de Goiânia, de infecção pulmonar após Covid-19

Segundo informações da equipe de comunicação do político, uma infecção pulmonar foi diagnosticada na semana passada e Maguito não resistiu,

Legenda: A nota divulgada pela Secretaria de Comunicação da capital
Foto: Reprodução/Instagram

 O prefeito licenciado de Goiânia (GO), Maguito Vilela (MDB), 71, morreu na madrugada desta quarta-feira (13) no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado desde o dia 27 de outubro em razão de complicações decorrentes da Covid-19.

Segundo informações da equipe de comunicação do político, uma infecção pulmonar foi diagnosticada na semana passada e Maguito não resistiu.

O corpo do prefeito será levado de São Paulo para Goiás e ele deve ser sepultado em Jataí, sua cidade natal.

Prefeito eleito de Goiânia que tem Covid-19 acorda da sedação e tem notícia da vitória, diz filho

Maguito tomou posse no dia 1º de janeiro com assinatura eletrônica na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital. Uma hora e meia depois, o vice-prefeito, Rogério Cruz (Republicanos), assumiu o governo interinamente e participou da transmissão do cargo. Após Maguito ter sido empossado, a equipe de transição solicitou afastamento dele para tratamento de saúde por tempo indeterminado.

Morte de duas irmãs

Maguito perdeu duas irmãs vítimas da Covid-19 em agosto de 2020, com menos de dez dias de diferença. No dia 19, Nelma Vilela Veloso faleceu aos 76 anos. Nelma tinha diabetes e problemas pulmonares, comorbidades que agravaram o quadro. No dia 28 do mesmo mês, a irmã mais velha, Nelita Vilela, de 82 anos, também morreu.

Carreira política

Advogado e político tradicional, Maguito já foi vereador, deputado estadual e federal, vice-governador, governador e senador.

Na campanha eleitoral pela Prefeitura de Goiânia, ele precisou se afastar ainda no primeiro turno após receber o diagnóstico da Covid-19. Inicialmente, foi internado em um hospital de Goiânia com 75% de inflamação nos pulmões e, em seguida, transferido para o Einstein.

Fonte:Diário do Nordeste

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Ministério da Economia Equipe de Guedes culpa custo Brasil e sonda chineses para assumir fábricas da Ford

 Ministério da Economia

Equipe de Guedes culpa custo Brasil e sonda chineses para assumir fábricas da Ford
Em 13/01/2021 às 11:30
O Ministério da Economia montou um grupo de trabalho para avaliar o fechamento das fábricas da Ford no País e está entrando em contato com outras montadoras sobre a possibilidade de elas assumirem as unidades da marca.

Já foram acionados pelo Governo Federal presidentes e outros executivos de três fabricantes mundiais para buscar um destino para as fábricas de Camaçari (BA), Taubaté (SP) e da Troller em Horizonte (CE).

Segundo membros do governo ouvidos pela reportagem, é possível que uma fabricante chinesa assuma ao menos uma das unidades. Apesar de os nomes serem mantidos em sigilo, é mencionado em conversas como uma possível candidata a Chery.

A marca chinesa já tem no Brasil uma operação em parceria com a brasileira Caoa, mas a avaliação é que sua produção atualmente ainda é pequena no País. Ela não está sequer entre as cinco marcas com mais veículos vendidos em território nacional, e a visão entre integrantes do governo é que ela poderia ganhar força com uma expansão a ponto de incomodar os concorrentes.

A tendência é que o governo continue entrando em contato com empresas para obter um número relevante de interessados, uma medida que também foi colocada em prática pelos governos de São Paulo e Bahia. Mas a equipe econômica ressalta que a decisão de entrar nas fábricas é uma decisão das companhias e que dependerá da estratégia de cada interessado.

Reposicionamento

Membros do Ministério da Economia defendem que a decisão da Ford de sair do País não é uma notícia boa, mas que deve ser entendida mais como um reposicionamento da marca no atual cenário global do que exatamente na operação do Brasil.

Integrantes do time reconhecem nos bastidores que este é o segundo caso similar em menos de um mês. A Mercedes-Benz anunciou o fechamento de sua única fábrica brasileira de veículos leves, em Iracemápolis (SP), no fim do ano passado.

Em ambos os casos, integrantes do Ministério ressaltam que os movimentos são estratégias particulares de cada empresa para enxugamento de custos e foco em produtos mais rentáveis.

Múltiplos fatores são citados, como o reposicionamento global das marcas, as mudanças trazidas pela tendência dos carros elétricos, a competição estimulada pelos fabricantes asiáticos e o impacto nas vendas provocada pela Covid-19.

Custo Brasil

Mas o elemento mais importante mencionado é o custo Brasil, que estimula as empresas a buscarem alternativas de negócio mais rentáveis. Entidades como Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), CNI (Confederação Nacional da Indústria (Anfavea) e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) corroboram essa visão.

Os membros da equipe econômica trabalham com uma lista de fatores que impulsionam o custo Brasil. O principal deles é o capital humano, que seria pouco capacitado e exige qualificações pagas pelas empresas. A lista segue com sistema tributário, infraestrutura e insegurança jurídica.

O presidente da Ford América do Sul, Lyle Watters, havia dito em comunicado em dezembro que os desafios enfrentados pelo setor automotivo incluíam, além da redução significativa dos níveis de vendas e produção, a desvalorização do real. Segundo ele, isso aumenta os custos de se atuar no Brasil.

Segundo Watters, a expectativa era que a atividade econômica na América do Sul se recuperasse gradualmente em 2021, mas com o retorno de produção e vendas vistas em 2019 somente em 2023.

Apoio

A equipe econômica afirma que subsídios não faltaram ao setor, após decisões tomadas em diferentes governos. Os incentivos tributários ao setor automotivo serão de R$ 5,9 bilhões de 2021, segundo cálculos da Receita Federal que embasaram a proposta de Orçamento para este ano.

Exemplo disso foi o Rota 2030, programa de incentivos à indústria automotiva criado em 2018 que tinha como justificativa ampliar a inserção global da indústria automotiva brasileira através da exportação de veículos e autopeças. A medida tinha custo fiscal projetado de R$ 3,7 bilhões na soma de 2019 e 2020.

Gustavo Ene, secretário do Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Serviços e Inovação do Ministério da Economia, diz que o Rota 2030 acabou compensando os custos da indústria e atraiu investimentos no Brasil, principalmente voltados a veículos mais modernos. "É muito mais caro fazer carro no Brasil, o que mostra como o nosso ambiente de negócios é sufocado", afirma.

Apesar disso, ele afirma que subsídios como esse, criado em governos anteriores, deveriam ter sido acompanhados de outras mudanças para melhorar o ambiente de negócios. "Eles foram feitos para compensar o custo Brasil, mas os governos passados não avançaram em reavaliar as causas que levaram a esses incentivos", disse.

Ele diz que o governo atual tem como meta a redução dos custos das empresas, mas diz ser fundamental também a atuação do Congresso para aprovação de medidas como novas leis para os mercados do gás, das ferrovias, da cabotagem e a reforma tributária.

Carlos da Costa, secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, afirmou que o atual governo assumiu com uma indústria em frangalhos, apesar de bilhões gastos anteriormente, e que o Executivo tem atuado para reduzir o custo Brasil. Segundo ele, no entanto, a pandemia impediu que as ações surtissem efeito a tempo.

"É hora de unirmos forças para avançar ainda mais rápido na redução do custo Brasil e recuperar nossa indústria, que perdeu espaço no PIB em todos os governos anteriores", afirmou Costa em rede social.

Em nota, o Ministério da Economia lamentou a decisão global da Ford de encerrar a produção no Brasil e disse que o movimento destoa da "forte recuperação observada na maioria dos setores da indústria no país, muitos já registrando resultados superiores ao período pré-crise".

"O ministério trabalha intensamente na redução do custo Brasil com iniciativas que já promoveram avanços importantes. Isto reforça a necessidade de rápida implementação das medidas de melhoria do ambiente de negócios e de avançar nas reformas estruturais", afirma a pasta.

Fonte: Diário do Nordeste
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Pesquisa Cearense ganha prêmio internacional em apoio à pesquisa sobre Covid-19 e habitação

 Pesquisa

Cearense ganha prêmio internacional em apoio à pesquisa sobre Covid-19 e habitação

Sharon teve a pesquisa indicada ao International Development Research Center (IDRC) ainda em outubro de 2020 (Arquivo pessoal)
Em 13/01/2021 às 11:27
Com a pesquisa de projeto de doutorado sobre Covid-19 e moradia, a geógrafa cearense Sharon Dias foi premiada pela International Development Research Center (IDRC), no último dia 5. Sharon é doutoranda pela Universidade Federal Fluminense (UFF), no Rio de Janeiro, em cotutela com a University of Victoria, no Canadá, onde mora atualmente. A pesquisa foi recomendada ao prêmio ainda em outubro de 2020 e deve colaborar na continuidade do projeto, a partir deste ano, com a coleta de dados.

A pesquisa, intitulada “Insegurança à moradia e direitos à moradia de minorias em tempos de financeirização e Covid-19: Lições de comunidades pobres do Nordeste do Brasil”, é um projeto comunitário participativo para avaliar as condições de moradia, acesso à informação, participação de mulheres e comunidades em vulnerabilidade habitacional durante a pandemia.

“A pesquisa também busca compreender como se formam as redes de solidariedade entre comunidades em situação de precariedade habitacional que visam mitigar a constante ausência de política pública, situações de violência e inadequação de moradia nesses tempos difíceis de financeirização da habitação e Covid-19”, explica Sharon.

Em andamento desde 2018, o projeto não abordava a crise sanitária causada pela Covid-19. “Com a pandemia, no ano passado, eu reformulei todo o projeto para incluir a análise do cotidiano das famílias na pandemia em situação de precariedade”, diz Sharon.

Por fim, segundo a geógrafa, o foco da pesquisa também é promover mais “governança inclusiva”. “A partir dos conhecimentos promovidos por comunidades, o conhecimento cotidiano de famílias que estão tendo soluções muito criativas para driblar todos os percalços de estar em situação de moradia precária em tempos de pandemia”, complementa.

Ceará

Neste mês, a geógrafa conta que está fazendo articulações comunitárias, entrando em contato com pesquisadores do Ceará, pessoas envolvidas na questão habitacional, tanto em Organizações Não Governamentais (ONGs) quanto governamentais, além de selecionar bolsistas de iniciação científica para trabalhar no projeto.

“O prêmio é voltado para a coleta de dados e à disseminação da pesquisa científica. Todo o valor será aplicado na pesquisa para a contratação do time de coleta de dados, aquisição de softwares, materiais e equipamentos necessários, além do financiamento da publicação de resultados científicos no formato acessível ao público, como cartilhas e livros”, relata Sharon.

Entre as instituições cearenses envolvidas na pesquisa premiada estão o Programa de Pós Graduação em Geografia, da Universidade Estadual do Ceará (Uece), através do Laboratório de Estudos Agrários, Urbanos e Populacionais (LEAUP); o Laboratório de Estudos do Território e da Urbanização (LETUR).

“Ambos os laboratórios estão apoiando a pesquisa no sentido de promover articulações com outros pesquisadores, colocá-los em contato comigo para promover um intercâmbio acadêmico de ideias. Tenho conhecimento da realidade urbana e habitacional de Fortaleza e da Região Metropolitana, mas o conhecimento científico não se constrói só, precisamos das trocas”, comenta a geógrafa, acrescentando que outros profissionais cearenses também estão entrando em contato para conversar sobre o projeto.

Conforme Sharon, o Projeto Ser Ponte, organização que tem promovido a distribuição de renda às comunidades da Capital cearense, durante a pandemia, também está envolvido na pesquisa. “Essa parceria, muito importante, também nos ajuda no processo de diálogo com comunidades e de conhecer a fundo a realidade das famílias, principalmente de mulheres que têm feito a diferença”. A pesquisa também é apoiada pelo Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca Ceará).

“Esse prêmio só foi possível devido às parcerias e articulações comunitárias que eu tenho no Ceará. O projeto, na minha visão, se tornou mais forte para receber o prêmio após o apoio dos professores, laboratórios, comunidades, pesquisadores e organizações”, finaliza Sharon.

Fonte: Diário do Nordeste
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Unidade cearense da Ford Em clima de incertezas, funcionários da Troller vivem expectativa de venda da fábrica

 Unidade cearense da Ford

Em clima de incertezas, funcionários da Troller vivem expectativa de venda da fábrica

Fábrica foi Inaugurada no fim da década de 1990 no município de Horizonte (José Leomar/SVM)
Em 13/01/2021 às 11:24
Os operários da fábrica da Troller em Horizonte estão vivendo um clima misto entre a incerteza sobre o fim das operações da unidade e esperança de que a planta possa ser vendida para dar continuidade às operações.

Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Maracanaú (Sindimetal), Nilton Pereira, representantes da Ford já teriam confirmado que a fábrica no Ceará deverá continuar operando até o fim de 2021. Na última segunda-feira (11), a Ford anunciou a saída do Brasil e encerramento das operações em várias unidades no País.

Mas enquanto a unidade em Horizonte não fecha, os funcionários aguardam a finalização de negociações da Ford para a venda da fábrica. Nilton revelou que os diretores nacionais da montadora informaram o sindicato que estão buscando compradores para a unidade fabril.

Não há, contudo, informação sobre os possíveis interessados.

Torcida por manutenção de empregos

"Teve um gerente aqui que nos passou que a partir de 'tal dia' íamos paralisar tudo, menos aqui em Horizonte. Ficou combinado que Horizonte vai operar até dezembro, e nesse período eles devem anunciar a venda. Estamos torcendo para que isso aconteça para que os empregos sejam mantidos", contou Nilton.

Fábrica parada por conta da pandemia

Contudo, os funcionários não deverão ter novas informações sobre os planos da Ford até o fim de mês. Por conta da pandemia do novo coronavírus, a operação na unidade de horizonte foi paralisada e deve retornar até o dia 25 de janeiro.

Segundo Nilton Pererira, o Sindicato dos Metalúrgicos de Maracanaú deverá ter uma nova reunião com representantes da Ford no Brasil para discutir estratégias para o ano 2021 e os possíveis impactos para os trabalhadores.

Detalhes da operação

A unidade da Troller em Horizonte conta, atualmente, cerca de 470 empregados diretos, com salários entre R$ 1.100 e R$ 12 mil, considerando todos os níveis.

"Eu tenho uma boa relação com os trabalhadores e pedi para terem paciência e tenho comunicado que tivemos um impacto menor do que no resto do País, e vamos conversando até termos alguma coisa definida", disse Pereira.

"A situação geral não foi boa, e faltou uma negociação com os representantes do Brasil para não termos uma parada de vez como foi em algumas fábricas. Foi uma surpresa", completou.

Fonte: Diário do Nordeste
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Imunização 77% dos municípios cearenses já cadastraram vacinadores contra a Covid-19


Vacinadores têm até hoje (13) para informar à Sesa quais unidades deverão realizar a imunização (Helene Santos/SVM)

 Em 13/01/2021 às 11:21

Com o avanço no processo de produção de vacinas contra a Covid-19 destinadas ao Brasil, as atenções começam a se voltar para os planos de distribuição e imunização nos estados e municípios. Um dos passos nesse processo é obter permissões no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (Sipni), do Ministério da Saúde, onde o andamento da vacinação será acessado e informado.

Até o momento, 141 dos 184 municípios cearenses já aderiram ao sistema, de acordo com a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa). O número representa 77% do total no Estado.

As 43 cidades restantes já iniciaram o cadastramento, mas não o finalizaram. Além disso, os vacinadores têm até esta quarta (13) para informar quais unidades deverão realizar a vacinação. O novo Sipni é o banco de dados geral dos brasileiros vacinados.

"Esse cadastro é essencial para que a gente monitore a vacinação tanto na aplicação quanto nas reações adversas. Os municípios precisam informar qual logística possuem, se os sistemas são informatizados. É uma preparação das equipes de imunização. Temos o objetivo de fazê-la sem aglomeração, em centros de vacinação abertos, como quadras poliesportivas, e utilizando estratégias de agendamento prévio e uso de drive thru", detalha a secretária-executiva de Vigilância e Regulação da Sesa, Magda Almeida.

Além dos gestores, a Pasta também orienta que a população que não costuma utilizar o serviço público de saúde realize um cadastro prévio por meio do aplicativo ConecteSUS, do Ministério da Saúde. Caso ainda não possua essa inscrição, o paciente pode efetuá-lo pelo aplicativo ou no próprio dia em que for ser imunizado. No entanto, Magda recomenda adiantar o processo para evitar filas nos postos de vacinação.

"O mais importante é que esse cadastro seja feito previamente, para que a pessoa já possa agendar e se deslocar ao local de saúde somente naquele horário", indica. Quem é usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) já possui a inscrição, garante a Sesa.

Três laboratórios

O Governo do Estado já requisitou vacinas contra a Covid-19 de três laboratórios diferentes e aguarda a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). São elas: a vacina produzida pela Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca - que será replicada no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); a Coronavac, produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac e pelo Instituto Butantan, em São Paulo; e a das farmacêuticas americana Pfizer e alemã BioNTech.

A secretária-executiva reforça que cada usuário precisa tomar duas doses da mesma vacina. O virologista e biomédico Mário Oliveira explica que as vacinas são fabricadas de formas diferentes e a interação entre elas pode desfavorecer a proteção. "Se eu tomar uma vacina de vírus atenuado e outra de DNA, não vai ocorrer imunidade. Você tem que tomar a mesma vacina no período exigido pela empresa para que ela funcione bem".

Magda Almeida destaca que a logística de distribuição da vacina vai seguir o processo rotineiro de outras campanhas, se assemelhando à da influenza. Os centros regionais de imunobiológicos ficarão disponíveis para que os municípios enviem seus veículos para abastecer os lotes do imunizante.

"No momento em que a vacina chegar, qualquer que seja ela, já vamos ter a rede preparada", garante Magda.

Das três opções negociadas pelo Governo, a das Astrazeneca e a Coronavac são manejadas com maior facilidade, já que podem ser armazenadas em temperaturas entre 2 ºC e 8 ºC. Contudo, a germano-americana Pfizer necessita de 70 ºC negativos para se manter viável. A Universidade Federal do Ceará (UFC) já disponibilizou oito freezers específicos para armazená-la.

"Como ela precisa de ultrarrefrigeração, vamos precisar de um tempo mais ágil para que não se decomponha, então haverá uma priorização de Fortaleza e dos municípios da Região Metropolitana", explica Magda. Ainda não há data fechada para o início da imunização no Estado, mas ela diz que há expectativa para a chegada de remessas ainda neste mês de janeiro.

Meta

Iniciada a vacinação, a expectativa da Sesa é atingir a meta de 95% dos grupos prioritários em cerca de seis meses - mas tudo a depender da quantidade de doses enviada ao Estado e da adesão da população.

"Vamos ter esse tempo para observar como ela se comporta. Estamos dando prioridade aos grupos mais vulneráveis e esperamos que com isso a gente consiga reduzir principalmente os casos mais graves", afirma a secretária-executiva.

Para Magda, é preciso reduzir a velocidade de contaminação, que voltou a crescer no Ceará desde outubro de 2020, quando ocorreram as eleições municipais. De acordo com a plataforma IntegraSUS, novas confirmações voltaram a cair em dezembro. Em 2021, até a tarde dessa terça-feira (12), foram confirmados 4.262 diagnósticos positivos para a doença. No mesmo período, 71 pessoas morreram.

Atualmente, a secretária-executiva classifica o cenário "confortável", com a rede pública conseguindo "se adaptar às pressões". No entanto, existe preocupação de "que os casos aumentem em velocidade tão grande que a gente não tenha equipes de saúde". "Temos capacidade grande de ampliação de leitos de UTI e enfermaria, capacidade de testagem boa, mas há limitação de recursos humanos que, nesse momento, se encontram divididos entre casos de Covid e não-Covid", observa.

Nessa terça (12), a taxa de ocupação geral de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) no Ceará estava em 64,36% e, de enfermarias, em 40,62%, segundo o IntegraSUS. Na rede pública, os índices estavam em 67,36% e 44,32%, respectivamente. Já na rede privada, em 73,1% e 58,67%.

Fonte: Diário do Nordeste
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Twitter bane permanentemente perfil de Donald Trump

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Na última quarta-feira (6), a rede social suspendeu temporariamente a conta de Donald Trump quando ele instigou e elogiou apoiadores dele que invadiram o prédio do Capitólio dos EUA

Legenda: No início desta semana, o Facebook informou que que "congelaria" as contas do ex-presidente no Facebook e Instagram indefinidamente, pelo menos até o fim da gestão dele
Foto: AFP

A conta do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi banida permanentemente do Twitter, informou a empresa nesta sexta-feira (8). Ele tinha quase 89 milhões de seguidores na rede social, que era a favorita do ex-presidente, e foi "deplorado" depois de anos de críticas pedindo que a rede social reprimisse o comportamento do ex-presidente, que violou rotineiramente as regras do Twitter. 

"Após uma análise detalhada dos tweets recentes da conta @realdonaldtrump e do contexto em torno deles - especificamente como estão sendo recebidos e interpretados dentro e fora do Twitter - suspendemos permanentemente a conta devido ao risco de mais incitamento à violência", informou a empresa. Desde que entrou na rede social, em março de 2009, ele fez 59.600 postagens.

Suspensão

Na última quarta-feira (6), a rede social suspendeu temporariamente a conta de Donald Trump porque ele cometeu "violações repetidas e graves de nossa política de integridade cívica", quando instigou e elogiou apoiadores dele que invadiram o prédio do Capitólio dos EUA para interromper a certificação da vitória do agora chefe de Estado Joe Biden

De acordo com o Twitter, também foi inclusa nas violações a mensagem de vídeo do ex-presidente para manifestantes em Washington, D.C., na qual ele falou para os apoiadores irem para casa e repetiu declarações infundadas de que a eleição presidencial dos EUA foi fraudulenta.

Rebelião

Pelo menos cinco mortes foram resultadas pela rebelião do Capitólio dos EUA, que provocou pedidos para que Donald Trump renunciar ou ser removido do cargo por meio da 25ª Emenda, ou impeachment do Congresso.

"No contexto de eventos horríveis nesta semana, deixamos claro na quarta-feira que violações adicionais das regras do Twitter potencialmente resultariam neste mesmo curso de ação”, comunicou a rede social. 

"Nossa estrutura de interesse público existe para permitir que o público ouça diretamente as autoridades eleitas e os líderes mundiais. Baseia-se no princípio de que as pessoas têm o direito de manter o poder de prestar contas abertamente. No entanto, há anos deixamos claro que essas contas não estão totalmente acima de nossas regras e não podem usar o Twitter para incitar a violência, entre outras coisas.", concluiu a empresa.

Já no início desta semana, o Facebook informou que "congelaria" as contas do ex-presidente no Facebook e Instagram indefinidamente, pelo menos até o fim da gestão dele. O CEO Mark Zuckerberg também citou o risco de violência contínua por causa da decisão. 

Fonte:Diário do Nordeste

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Após 10 meses de ensino remoto, alunos relatam expectativas para Enem em meio às aulas presenciais

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Na reta final para o vestibular, Ceará concentra 34 escolas estaduais ofertando aulas presenciais com conteúdos direcionados ao Enem 2020

    Legenda: Retorno das atividades presenciais em ação preparatória para o Enem 2020 ocorre em               EEMTI Joao Nogueira Jucá, em Fortaleza.
    Foto: Fabiane de Paula

Se o último ano do Ensino Médio já vem carregado de pressões e expectativas para o vestibular, os estudantes que cursaram o 3º Ano durante a pandemia, experienciaram um duplo desafio por precisar estudar a maior parte de 2020 em ensino remoto. Agora, a menos de 10 dias para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que ocorrerá em 17 e 24 de janeiro, alunos de escolas públicas estaduais relatam ansiedade em meio às aulas presenciais preparatórias, realizadas em suas unidades escolares, especificamente ao vestibular.

No caso da estudante Adriana Melo, 18, o retorno das atividades presenciais foi positivo por possibilitar um ambiente mais adequado para estudo. “Gosto sempre de estar aqui, participando das atividades da escola, gosto desse contato com meus colegas e professores”, coloca. A aluna da Escola de Ensino Médio em Tempo Integral (EEMTI) João Nogueira Jucá, em Fortaleza, aponta ter sentido dificuldade quando as aulas foram modificadas para o ensino à distância.

“No começo, estava bem empolgada, mas foi uma grande desmotivação até o meio do ano, porque tinha a luta de ter que escolher o curso que quero no futuro”, compartilha.

Com o ensino presencial, as aulas dela passaram a ocorrer na quadra de jogos, seguindo o distanciamento de outros estudantes e mantendo o uso correto da máscara. “Eu tenho vários sonhos, mas a gente tem que ter fé e dias melhores virão”, conclui. No momento, mesmo com todas as adversidades, espera por um bom resultado no Enem 2020.

Legenda: Com o sonho de cursar Direito, Cauê Victor aponta que ano pandêmico foi marcado por desafios para estudantes de terceiro ano
Foto: Fabiane de Paula

Essa expectativa com o vestibular também é compartilhada por Cauê Victor Soares, 17 anos, estudante da mesma escola. Conforme aponta, o ano exigiu muito esforço e disciplina para ele e seus colegas. “A gente não estava esperando uma realidade dessa”, reforça. O retorno presencial, mesmo após estar a poucos dias do Enem, já foi benéfico para o jovem, que deseja cursar Direito em alguma instituição pública.

“Estou um pouco ansioso e preocupado, até porque é a primeira prova. Se a gente tivesse tido um ano completo, normal, não estaria tanto, mas como foi esse ano de tantos transtornos, estamos mais preocupados”, relata. 

Porém, é considerando os receios que consegue se preparar para o que está por vir. “Está sendo um recomeço, porque estamos voltando aos poucos”, detalha. Nessa reta final, tenta relembrar aos poucos tudo o que estudou ao fazer provas do Enem que já aconteceram e acompanhar as outras aulas online. 

Sobrecarga emocional 

Durante o isolamento social e as aulas remotas, a jovem Chaiane da Silva da Cruz, 18 anos, viveu um período de sobrecarga emocional ao precisar conciliar os medos da pandemia, a mudança para o ensino remoto e a manutenção de aulas online. Foi com o apoio do pai que a estudante da Escola de Ensino Fundamental e Médio (EEFM) Bárbara de Alencar, também em Fortaleza, conseguiu reunir forças para seguir acompanhando os conteúdos. 

A paixão pela imagem e o sonho de cursar Cinema foi o foco que Chaiane colocou no horizonte para conseguir seguir em seu caminhar. “Não existe o sentimento de medo, é só o nervosismo, essa ansiedade para saber como vão ser as questões, a redação, a prova”, diz. Com o retorno das aulas presenciais depois de quase dez meses no ensino a distância, compartilha a felicidade em estar de volta. 

“Estava com saudade, não aguentava mais fazer tarefa na aula remota. Porque posso ver os professores, como ensinam, como passam as atividades e tirar as dúvidas de forma mais forma mais prática”, finaliza. 

Retorno presencial

No Ceará, de acordo com a Secretaria Estadual da Educação (Seduc)34 das 728 escolas da rede pública estadual têm ofertado aulas presenciais com conteúdos direcionados para o Enem. Ainda segundo o órgão, a quantidade de instituições reabertas para esta atividade presencial específica corresponde a 4,67% do total das unidades da rede estadual, sendo 58,8% da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). 

A diretora da EEMTI João Nogueira Jucá, Cláudia Pires, explica que o colégio observou as maiores dificuldades apresentadas pelos estudantes durante o período crítico da pandemia para organizar a seleção de conteúdos. “Agora, esse momento está intensificando as aulas de preparação para o Enem e temos confiança no trabalho que a gente vem realizando durante o período durante toda a pandemia”, diz.

Fonte: Diário do Nordeste

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Governo do Ceará solicita 1,4 milhão de doses da vacina da Pfizer para aplicação no Estado

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Com mais esse pedido oficial, o Governo do Estado passa a aguardar imunizantes contra a Covid de três laboratórios distintos

Foto: AFP

O Governo do Ceará requisitou 1,4 milhão de doses do imunizante contra a Covid às farmacêuticas americana Pfizer e alemã BioNTech. A informação é do titular da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), Dr. Cabeto, que não detalhou quando a requisição foi feita, mas informou ao SVM que o Estado tem tecnologia adequada para armazenar a vacina que requer temperaturas baixíssimas (- 70 °C e - 80 °C) diferentemente das demais já cogitadas para uso no Ceará, como a de Oxford/AstraZeneca e a Coronavac. Ambas requerem temperaturas de armazenamento entre 2 °C a 8 °C.   

"Nós temos um memorando que trata de 1.400.000 doses de CoronaVac para que, se a produção da Sinovac for em grande escala, como eles estão dizendo na China, para além do que está fornecido ao plano nacional de imunização, se houver disponibilização, nós temos uma proposta de fazer a aquisição. A mesma quantidade nós solicitamos à Pfizer", explica o secretário.

Dr. Cabeto reforça que “é bom lembrar que o Ceará, através de uma parceria com a Universidade Federal do Ceará, tem capacidade para estocagem a menos 70 graus. Para estocar a vacina da Pfizer que inclui uma logística muito mais complexa”.

Embora a atualização do plano de operacionalização para vacinação contra Covid-19 no Estado já mencionasse preparo para uso de imunizantes de diversos laboratórios, a requisição oficial à Pfizer ainda não havia sido anunciada publicamente pela gestão estadual. 

Logística para uso de vacina da Pfizer

No plano de vacinação consta que houve visitas aos ultra refrigeradores da UFC "para possível armazenamento da vacina Pfizer". No documento, também há a informação que devido à dificuldade em manter uma cadeia de frio homogênea em todo o Estado, a orientação, caso a substância da Pfizer seja disponibilizada, é que ela seja aplicada em Fortaleza e nas cidades da Região Metropolitana, por conta do armazenamento. 

Com a requisição oficializada, o Estado aguarda imunizantes de três laboratórios distintos: a vacina produzida pela Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca - que será replicada pela Fiocruz; o imunizante feito pela farmacêutica chinesa Sinovac, que no Brasil é produzido pelo Butantan, em São Paulo; e a das farmacêuticas Pfizer e BioNTech.

A intenção, reforça Cabeto, é através de aquisições próprias adiantar o processo de vacinação no Estado.

“Nós esperamos que essas outras iniciativas sejam exitosas, para que o Estado possa se antecipar e garantir a sua população uma vacinação em maior escala, para que a gente possa suplantar essa pandemia de forma mais rápida”, ressalta.
 

O secretário disse ainda que com a produção que está negociada com a Fiocruz (vacina da AstraZeneca) e com o Butantan (Coronavac), o Ceará tem “uma previsão de completar essas 1.740.000 vacinações, ou seja, o dobro disso de doses, até o final de julho”.

Conforme Cabeto, o Estado tem montando uma estrutura para a vacina e 210 localidades serão usadas para distribuição do imunizante no interior. Além disso, o Estado já possui, segundo ele, 8 milhões de seringas com agulhas compatíveis para garantir o processo de imunização. 

Fonte:Diáio do Nordeste

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