*Assaré intensifica vacinação infantil contra a Covid-19

Assaré intensifica a imunização contra covid-19 em crianças de 6 a 11 anos, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde. Na  próxima sexta-feira (04), acontece o Dia D da vacinação para crianças entre 6 e 11 anos.

Estarão disponíveis cerca de 2000 doses para aqueles que tenham feito o cadastro na plataforma Saúde Digital (vacinacaocovid.saude.ce.gov.br). A vacinação acontece entre 8h às 12h, na Escola Batistina Braga e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos distritos.

Pais ou responsáveis pelas crianças para vacinar, é necessário apresentar comprovante de identificação CPF, comprovante de cadastro na Plataforma, comprovante de residência ,caderneta de vacinação e o Cartão do SUS.

A Secretaria Municipal da Saúde reforça a importância dos pais e responsáveis cadastrarem suas crianças na plataforma Saúde Digital e cumprirem o processo de imunização. 

Em dezembro passado, a Anvisa autorizou a aplicação em crianças na faixa etária de cinco a 11 anos. A autorização veio após uma análise técnica criteriosa de dados e estudos clínicos conduzidos pelo laboratório da fabricante. A Anvisa assegurou que as informações avaliadas indicam que a vacina é segura e eficaz para o público infantil.

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análise Ânimos se exaltam no PT cearense por conta de aliança com os Ferreira Gomes

Da esquerda para a direita: José Airton Cirilo, Luizianne Lins, Camilo Santana e José Guimarães (Fotos: Reprodução/Redes Sociais)
Em 30/01/2022 

De há muito, o Partido dos Trabalhadores (PT) no Ceará vem deixando escapar que a aliança com a família e grupo político Ferreira Gomes não é um consenso no diretório estadual. Os deputados federais Luizianne Lins e José Airton e o estadual Elmano de Freitas lideram a corrente que defende um rompimento com os FGs. Ivo e Ciro Gomes vêm intensificando os ataques a Lula, maior figura do partido.

Na última quinta-feira (27), a ala que defende o rompimento deixou um recado claro. O diretório estadual do partido realizou a plenária "PT lá e cá". José Airton, Luizianne Lins e Elmano de Freitas estiveram presentes.

Na plenária desta quinta-feira (27), José Airton falou que o PT é “segregado” no governo Camilo. "Portanto, companheiros, eu fico imaginando, se dentro do governo do PT nós somos excluídos, somos segregados, imagine no governo do PDT no Estado do Ceará como aconteceu nos oito anos de governo do Cid Gomes", afirmou.

Airton também criticou a postura de Camilo diante da campanha a presidente de Fernando Haddad em 2018. "Nós não sabemos como ele vai se comportar, ou vai se comportar como aconteceu na campanha do Haddad, que ficou neutro?".

Camilo Santana é velho aliado dos irmãos Ferreira Gomes, e defende a manutenção da aliança, como prefere o deputado federal José Guimarães. Na campanha de Luizianne Lins à Prefeitura de Fortaleza em 2020, o governador até esteve com sua imagem no material de campanha da ‘loura’, mas não se empenhou significativamente pela correligionária, o que causou mais mal estar, agora evidenciado em plenárias como essa.

Em evento de inauguração do Centro Integrado Multifuncional (CIM) do Corpo de Bombeiros, em Fortaleza, Camilo mandou outro recado: “Isso é cegueira política. O que precisamos é construir consensos e pensar na defesa da democracia e fazer com que o Ceará siga no rumo de reduzir desigualdades, investir na educação, combater a criminalidade e principalmente proteger as pessoas que mais precisam. Então lamento e, felizmente, a imensa maioria do partido não pensa dessa forma”.

O caldo deve engrossar ainda mais. Ciro Gomes não volta atrás nos ataques a Lula. As pesquisas que vêm o colocando em quarto lugar deixam o FG cada vez mais desesperado. Camilo e Guimarães devem continuar se empenhando pela manutenção da aliança, assim como Airton, Luizianne e Elmano pelo rompimento. A opinião de Lula deve valer. O tabuleiro deve estar montado em julho deste ano. Quem viver, verá.

Por Alan Clyverton
Miséria.com.br
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Precipitações Funceme registra chuva em 133 cidades do Ceará; veja previsão do tempo

Choveu em pelo menos 133 municípios cearenses nesse sábado, 29, segundo a Funceme (Foto: Aurelio Alves/O Povo)
Em 30/01/2022 

Choveu em pelo menos 133 municípios cearenses nesse sábado, 29, segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). O maior índice, 86 milímetros, foi registrado na cidade de São Gonçalo do Amarante, na região litoral. Em Fortaleza, a Funceme registrou movimentação em três postos: Água Fria, com 26,4 mm; Castelão, com 18,2 mm; e Messejana, com 14,8 mm.

Já para hoje, domingo, 30, o cenário meteorológico do Ceará é de céu parcialmente nublado, com alta possibilidade de chuva isolada nas regiões do Cariri e da Serra da Ibiapaba. Nas demais regiões, espera-se baixa possibilidade de chuva. Até 8 horas, a Funceme registrou chuva em seis municípios, incluindo Fortaleza.

Na segunda-feira, 31, o cenário se repete, com possível concentração de chuva no Cariri e na Ibiapaba. As possibilidades diminuem na terça, 1º, com céu variando de nublado a parcialmente nublado em em todas as macrorregiões do Estado.

Fonte: O Povo
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Balanço da Pefoce Mais de 6 mil RGs com nome social foram emitidos no Ceará em 2021

Ceará emitiu 6.026 documentos com o nome social em 2021 (Foto: SSPDS/Divulgação)
Em 30/01/2022 


Durante todo o ano de 2021, a Coordenadoria de Identificação Humana e Perícias Biométricas (CIHPB) emitiu no Ceará 6.026 documentos com o nome social, garantindo o reconhecimento formal das pessoas transexuais e travestis a partir dos nomes com os quais elas se identificam.

O balanço foi divulgado pela Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) nesta sexta-feira (28), às vésperas do Dia da Visibilidade Trans, celebrado neste sábado (29).

Conforme a Lei 19.649, sancionada em julho de 2019 pelo governador Camilo Santana (PT), pessoas transexuais e travestis têm direito à identificação pelo nome social nos serviços públicos e privados em todo o território estadual.

Em 2020, primeiro ano da pandemia, foram realizadas 543 emissões de identidades com nome social. Com a vacinação contra a Covid-19 e a reabertura gradual dos serviços, a busca aumentou gradativamente no ano seguinte.

A supervisora do Núcleo de Identificação Civil da Pefoce, Andreza Gurgel, acredita que o número deve crescer ainda mais, com a discussão crescente sobre o assunto nos meios de comunicação, redes sociais e em outros espaços de debate.

“É um processo rápido e sem burocracia. Basta comparecer a qualquer posto de atendimento, apresentar a documentação necessária para a expedição do RG e preencher o requerimento solicitando a inclusão do nome social. Deve-se ressaltar que só é possível alterar o primeiro nome ou nome composto”, detalha Andreza Gurgel.

Para a supervisora, respeitar o uso do nome pelo qual essas pessoas se identificam é mais do que obedecer à legislação, é uma questão de dignidade.

“O uso do nome social é um direito que precisa ser respeitado. É uma questão de dignidade e cidadania. Facilitar o acesso para a inclusão na identidade é de uma enorme importância para que os indivíduos possam ser reconhecidos pelo gênero que se identificam”, destaca.

Alteração de registro civil

A alteração pode ser feita em qualquer cartório de registro civil, sem a presença de advogados ou defensor público, no caso de pessoas transexuais maiores de 18 anos. O custo do procedimento varia a depender do Tribunal de Justiça de cada Estado.

Quem não puder pagar, deve solicitar a gratuidade ao cartório, com justificativa escrita de próprio punho. Menores de 18 anos podem solicitar a mudança por via judicial.

Documentação necessária para os procedimentos:
- Certidão de nascimento atualizada com o nome anterior;
- certidão de casamento e da Justiça Militar (se for o caso);
- cópia de RG, CPF e comprovante de residência ou declaração de residência (se não tiver comprovante no próprio nome);
- certidão negativa da agência estadual, federal, trabalhista e eleitoral;
- certidões negativas de tabelionatos de protestos;
- certidões do CPS e do Serasa (exigida apenas no provimento do Ceará);
- requerimento informando o nome e o gênero.

Visibilidade Trans

O Dia da Visibilidade Trans é celebrado em 29 de janeiro, desde o ano de 2004, quando mulheres e homens transexuais e travestis foram ao Congresso Nacional, em Brasília, para o lançamento de uma campanha do Ministério da Saúde. Desde então, a data passou a ser considerada um marco na luta contra a transfobia no Brasil.

Fonte: G1 CE
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Aulas presenciais Estudantes maiores de 18 anos deverão apresentar passaporte sanitário no Ceará



Medidas específicas podem ser determinadas pela autoridade sanitária do Estado (Foto: Fábio Lima)
Em 30/01/2022 

Estudantes maiores de 18 anos serão obrigados a exibir o passaporte sanitário para frequentar as aulas presenciais no Ceará, de acordo com decreto estadual publicado neste sábado, 29. No caso dos alunos com idade entre 12 e 17 anos, a publicação determina que o distanciamento social pode ser dispensado caso seja cobrado o passaporte sanitário para os estudantes, professores e colaboradores. Já para aqueles de 11 anos ou menos, a administração estadual aponta que poderá definir regras específicas para o controle sanitário, que ainda não foram divulgadas.

No dia 14 deste mês, o Governo do Estado recomendou que escolas com crianças de até 11 anos adiassem o retorno para o ensino presencial por 15 dias, diante da escalada da pandemia. Na publicação de hoje, a gestão informa que todas as instituições de ensino estão liberadas para retornar presencialmente à escola. Podem continuar em regime virtual ou híbrido os alunos que não completaram o ciclo vacinal e não possam aderir às aulas presenciais, por razões de saúde devidamente comprovadas em atestado ou relatório médico.

Nos demais setores, as restrições para enfrentamento do novo coronavírus seguem sem alterações. Com isso, o Clássico-Rei, que acontece no próximo dia 5, válido pela Copa do Nordeste, seguirá contando com 30% da capacidade de público da Arena Castelão, cerca de 19 mil torcedores. Em relação aos eventos, segue em vigor a quantidade de 500 pessoas para ambientes abertos e 250 para espaços fechados. A apresentação do passaporte sanitário é obrigatória.

Confira as restrições para cada setor no Estado a partir desta segunda-feira, 31

Eventos: encontros festivos, sociais e corporativos, públicos ou privados, tais como festas de casamentos, aniversários, formaturas e reuniões corporativas, terão reduzida a capacidade de ocupação para 500 pessoas, caso realizados em ambientes abertos, e 250 pessoas, se realizados em ambientes fechados. A apresentação do passaporte sanitário é obrigatória.

Até dia 5 de fevereiro, fica proibida a realização de eventos festivos de pré-carnaval e carnaval em locais e logradouros públicos.

Comércio e serviços de rua: poderão funcionar de 8 às 22 horas, com 80% da capacidade.

Shoppings: poderão funcionar de 10 às 22 horas, observada a limitação de 80%.

Restaurantes: sem restrições para horários de funcionamento e ocupação, sendo obrigatória a apresentação do passaporte sanitário.

Barracas de praia: sem restrições para horários de funcionamento e ocupação, sendo obrigatória a apresentação do passaporte sanitário.

Ensino presencial: Estão liberadas as atividades presenciais de ensino em todas as instituições, sem limite de capacidade de alunos por sala. Distanciamento pode ser dispensado com o passaporte sanitário, que é obrigatório para estudantes maiores de 18 anos. Regras específicas podem ser aprovadas para alunos com menos de 11 anos.

Academias: sem restrição de capacidade, com apresentação obrigatória do passaporte de vacinação.

Praias: permitido o acesso, desde que preservado o distanciamento social e evitadas aglomerações.

Areninhas: permitidas práticas de atividade física e esportiva individual ou coletiva, desde que evitadas aglomerações.

Instituições religiosas: poderão realizar celebrações presenciais, com capacidade adequada que possibilite a observância do distanciamento social e das demais regras estabelecidas em protocolos sanitários.

Construção civil: iniciará as atividades a partir das 7 horas.

Autoescolas: poderão ministrar aulas práticas de direção veicular no horário a partir de 6 horas, de segunda a domingo, desde que mediante prévio agendamento e atendimento dos protocolos sanitários, observado, quanto ao funcionamento dos estabelecimentos para atendimento, o horário de 8h às 22h.

Veja o que segue obrigatório no Estado

- Manutenção do dever especial de confinamento.

- Vedação à entrada e permanência em hospitais, públicos ou particulares, de pessoas estranhas à operação da respectiva unidade, à exceção de pacientes, seus acompanhantes e profissionais que trabalhem no local.

- Dever geral de proteção individual consistente no uso de máscara de proteção.

- Uso controlado dos espaços comuns e equipamentos de lazer em condomínios de praia, de uso misto (moradia e lazer) e/ou preponderantemente de temporada ou veraneio, inclusive aqueles condomínios certificados e/ou qualificados como “resorts”.

Fonte: O Povo
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IntegraSUS Covid-19: Ceará tem ocupação de 76,6% em UTIs e 66,23% nas enfermarias


Leito da Unidade de Tratamento Intensivo(UTI)para a Covid-19 no Hospital Leonardo da Vinci, em Fortaleza (Foto:Divulgação/Governo do Ceará)


O Ceará registrou ocupação de 76,6% nas suas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) voltadas para o tratamento de Covid-19. Os dados da plataforma IntegraSUS, da Secretária da Saúde do Estado (Sesa), atualizados até às 21h12min deste sábado, 29, também mostram o índice de ocupação de 79.45% em leitos de UTI voltados para adultos.

As UTIs neonatais registram 75% de ocupação, com cinco leitos ativos. Já as UTIs para crianças apresentam 58.06%. As alas destinadas ao atendimento de gestantes, por sua vez, não registram ocupação nos leitos. O monitoramento considera unidades médicas públicas e particulares.

Até o momento, a taxa média de ocupação das enfermarias de Covid-19 está em 66,23%, com os leitos voltados para adultos com ocupação de 67.66%. A ala de atendimento infantil apresenta 69.16% de ocupação nas enfermarias, enquanto que a ocupação em leitos voltados para atendimento de gestantes está em 56.84%.

Já os leitos de enfermaria voltados para atendimento neonatal registraram 22.22% de ocupação.

Ocupação por SRAG

Atualmente, segundo dados da Sesa, o Estado ainda contabiliza 41,61% de ocupação em leitos de UTIs por pacientes com sintomas de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Destes, 33.87% ocupam leitos voltadas para o atendimento de adultos. Os dados também apresentam índice de 86.96% de ocupação em leitos de UTI infantil. As unidades de tratamento neonatal e gestante não registram leitos ativos.

A taxa de ocupação de enfermarias apresenta média de 33,33%. Os leitos para atendimento de pacientes adultos com SRAG registram ocupação de 30.91%. Já enfermaria infantil indica 58.82%, enquanto as enfermarias para gestantes apresentam 6.25%. Leitos de enfermaria destinadas ao atendimento neonatal não registram ocupação.

Fila por leitos

O Estado ainda tem 107 pessoas aguardando transferência para leitos de enfermaria Covid-19/SRAG — sendo 46 delas na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e outras 61 em unidades hospitalares municipais.

Outros 47 pacientes no Ceará aguardam transferência para leitos de UTI, sendo 20 deles em UPAs e 27 em unidades hospitalares municipais.

Leitos de UTI

Em toda a pandemia no Ceará, o dia que teve maior taxa de ocupação em leitos de UTI, no Estado, foi 19 de abril de 2021. Naquele dia, 1.545 pessoas estavam internadas nos 1.639 leitos ativos — ou seja, 94,2% dos leitos estavam ocupados.

Já o dia em que mais leitos estavam abertos em unidades de terapia intensiva também foi em abril do ano passado, no dia 6, quando havia 1.717 leitos ativos para pacientes com Covid-19 no Ceará. Destes, 92,4% estavam ocupados (havia 1.586 pacientes internados).

Leitos de enfermaria

Essa data, 6 de abril, em 2021, também foi o dia com mais leitos de enfermaria ativos. Eram 3.648 leitos e 2.908 pessoas internadas. A ocupação na enfermaria, nesse dia, era de 79,7%.

A maior taxa de ocupação nas enfermarias específicas para Covid-19 no Ceará também ocorreu em abril do ano passado, no dia 20, um dia depois da maior taxa ter sido atingida também nos leitos de UTI. Naquele dia 20 de abril, a taxa de ocupação na enfermaria Covid-19 chegou a 83,9% dos 3.226 leitos. Foram 2.708 pessoas internadas.

Fonte: O Povo 

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Bula da vacina contra a Covid-19 não traz reações graves em crianças de 5 a 11 anos; veja sintomas

 Para médicos e autoridades de saúde, o maior risco à saúde é os pequenos contraírem a doença

Escrito por Nícolas Paulinonicolas.paulino@svm.com.br 

Legenda: Crianças também estão suscetíveis à doença, inclusive podendo desenvolver casos mais severos.
Foto: Lucas Falconery

A vacinação infantil contra a Covid-19 segue em todo o Ceará com quase 22 mil doses aplicadas, segundo o vacinômetro estadual. Porém, o número ainda está bem distante das mais de 416 mil crianças cadastradas e das 904 mil estimadas para o Estado. 

Especialistas atribuem a demora à desconfiança sobre a vacina, mas a bula da Pfizer pediátrica não traz grandes riscos à saúde dos pequenos - e os efeitos adversos são semelhantes a outras vacinas do calendário comum.

O documento que traz as orientações para o uso do imunizante descreve diversos sintomas que podem surgir após a aplicação entre pessoas de 5 a 11 anos. Contudo, a maioria se refere a sinais leves.

Veja a divisão:

REAÇÕES MUITO COMUNS (OCORREM EM 10% DOS PACIENTES)

dor de cabeça
dor muscular
dor no local de injeção
cansaço
calafrios
inchaço no local da injeção
vermelhidão no local de injeção

REAÇÕES COMUNS (OCORREM ENTRE 1% E 10% DOS PACIENTES)

diarreia
vômito
dor nas articulações
febre

REAÇÕES INCOMUNS (OCORREM ENTRE 0,1% E 1% DOS PACIENTES)

aumento dos gânglios linfáticos (ou ínguas)
urticária (alergia da pele com forte coceira)
erupção cutânea (lesão na pele)
diminuição de apetite
náusea
dor no braço
mal-estar

Por fim, a bula não descarta reação alérgica grave (anafilaxia), mas explica que essa causa é desconhecida porque “não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis”. Porém, apesar de serem comuns, nem todas as crianças sofrem com os efeitos da aplicação do imunizante.

Olívia Bessa, médica pediatra e diretora de Pós-Graduação da Escola de Saúde Pública (ESP-CE), reforça que a vacina foi aprovada “dentro dos mais rigorosos critérios, considerando para isso o conhecimento de profissionais médicos que atuam no dia a dia com crianças e imunização” e que tiveram acesso aos estudos do laboratório. 

Reações semelhantes à nova vacina são vistas nas bulas de outras vacinas comumente aplicadas em crianças no Brasil:

  • Influenza sazonal: dor de cabeça, no corpo e nas articulações, febre, mal-estar e tremores.
  • Tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola): vermelhidão no local da aplicação, manchas avermelhadas no corpo, febre, dor local, dor de garganta, rinite e diarreia.
  • DTP (contra coqueluche, tétano e difteria): irritabilidade, sonolência, reações no local da injeção, fadiga,  diarreia, vômito, distúrbios gastrointestinais e distúrbios na atenção.
  • Hepatite B: febre, cansaço, dor de cabeça, tontura e irritabilidade. 

“A crise de confiança e os mitos em torno dos riscos das vacinas têm circulado pelas redes sociais. E isso é preocupante, sobretudo quando se trata de uma doença potencialmente grave e letal”, alerta a pediatra Olívia Bessa.

Só em Fortaleza, 5,8 mil crianças faltaram à primeira convocação, nos primeiros cinco dias de campanha, segundo balanço da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Vacina infantil ajuda a combater pandemia

A médica cearense Denise Rocha Menezes também lembra que, até os 18 meses de vida, uma criança toma 26 doses de vacina, sem contar com as das campanhas de vacinação. Logo, não entende a resistência de alguns pais em aceitar a nova vacina.

“Erradicamos a varíola do Brasil há 50 anos. O último caso de poliomielite foi registrado em 1989. O sarampo, que havia sido erradicado em 2016, retornou em 2019 por falta de vacinação. Então, qual a dificuldade de vacinar nossas crianças para a Covid?”, questiona.

Para ela, está provado que a vacinação para os adultos já mostrou sua eficácia e “agora chegou a vez de nossas crianças”. “Não tenham medo da vacina, tenham medo da doença. As vacinas salvam, é o maior ato de amor”, pensa.

Em nota aberta, a Rede Brasileira de Mulheres Cientistas, a Rede Feminista de Ginecologistas e Obstetras e o Coletivo Adelaides também manifestaram apoio integral à vacinação das crianças, ressaltando que a Covid-19 “já é a primeira causa de morte por doenças infecciosas em crianças”.

Para as pesquisadoras, a hesitação ou recusa vacinal é “mais frequente entre as camadas mais escolarizadas e de maior renda da sociedade, que egoisticamente recusam a vacina porque reconhecem como mais baixo seu risco de morrer”.

Legenda: Gestões municipais têm investido em espaços lúdicos para atrair público à vacinação.
Foto: Thiago Gadelha

Dados confirmam segurança da vacina

Além disso, reforçam como a segurança das vacinas e possíveis efeitos adversos têm sido bem documentados. Primeiro, um ensaio clínico envolvendo mais de 2 mil crianças, publicado em novembro no The New England Journal of Medicine, não encontrou efeitos adversos sérios.

Os dados de farmacovigilância para a vacina da Pfizer nos Estados Unidos, até 31 de dezembro de 2021, mostram que, dentre 8,7 milhões de crianças vacinadas, apenas 4.249 tiveram reações adversas. Destas, 98% foram leves e somente 2% (100 dentre as 8,7 milhões) foram sérias - as mais frequentes envolveram febre e vômitos. 

“Houve apenas 12 casos de miocardite, nenhum fatal; oito crianças se recuperaram e quatro ainda estavam em recuperação no momento da publicação dos dados. A taxa de miocardite em crianças de 5-11 anos foi 10 vezes menor do que entre os vacinados de 12-15 anos”, alertam.

Os dados americanos também indicam que não houve mortes associadas à vacinação.

Para essas associações, “é preciso combater com firmeza os negacionistas e suas fake news, sobretudo os médicos antivacinas, que tanto estrago podem causar com suas orientações e recomendações equivocadas, que constituem verdadeiro crime contra a saúde pública”.

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