Queiroz movimentou R$7 milhões em três anos, diz jornal ~ Quixabeira do Assaré

Queiroz movimentou R$7 milhões em três anos, diz jornal

          20 de Janeiro de 2019

      O Coaf já havia divulgado movimentação de R$1,2 milhão em 12 meses. Queiroz é ex-         assessor de Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL)


              A investigação do Ministério Público contra Queiroz foi suspensa a pedido do senador eleito                 Reprodução/Facebook
Pelo menos R$7 milhões em três anos. De acordo com o o jornal O Globo, esse é o volume de movimentação financeira identificada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) feitas por Fabrício Queiroz, ex-assessor do hoje senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) quando este esteve na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL).
Já havia vindo a público que, entre janeiro de 2016 e de 2017, Queiroz havia movimentado cerca de R$1,2 milhão em sua conta pessoal, transações que seriam "incompatíveis com o patrimômio, a atividade econômica ou ocupação profissional" do ex-assessor. Essa movimentação incluiria 176 saques em espécie, sendo mais de R$18 mil em apenas um dia. Oito funcionários ou ex-funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj teriam feito transferências para Queiroz, incluindo sua esposa e duas filhas.
Em entrevista ao jornal SBT Brasil, Queiroz alegou que parte dessa movimentação seria fruto de compra e venda de veículos. Ele negou ser um laranja de Flávio Bolsonaro. Em dezembro, o senador eleito chegou a dizer que o ex-assessor havia apresentado-lhe uma história "bastante plausível" sobre as transferências que haviam vindo a público.
Na última quarta-feira (16), o vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que atua como presidente da corte durante o recesso do Judiciário, suspendeu investigação contra Queiroz conduzida pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPERJ) a pedido de Flávio Bolsonaro, questionando a competência da instituição em investigá-lo, já que havia sido eleito senador. O relator do processo, Marco Aurélio Mello, entretanto, indicou que deve manter a investigação com o Rio de Janeiro. “O Supremo não pode variar, dando uma no cravo outro na ferradura. Processo não tem capa, tem conteúdo. Tenho negado seguimento a reclamações assim, remetendo ao lixo”, disse ao G1.

Fonte:Diário do Nordeste
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